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Regulamento Barraquinhas

A Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE) disponibiliza o regulamento para as Barraquinhas da Queima das Fitas 2012, a realizar de 2 a 9 de Junho de 2012.

Consulta aqui o regulamento

Bandas principais do cartaz

A Associação Académica da Universidade de Évora tem o prazer de anunciar as bandas principais do cartaz da Queima das Fitas 2012. Read more

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Mata-Ratos

A banda, na sua formação originalmente, incluía o vocalista Jorge “Morte Lenta” Leal, o guitarrista Pedro Coelho, o baixista Pinela e o baterista Jó (Jorge Cristina). Actualmente é formada por Miguel Newton, Ricardo Vieira, Arlock Esteves e Arlock Dias.

A banda uniu esforços, em 1984, com outras bandas como os Crise Total, Ku de Judas e Grito Final para começar a organizar os seus próprios concertos em Lisboa. Foi neste ano que Miguel Newton entrou para a banda como vocalista. Em 1988, o grupo era constituído por Miguel Newton na voz, Pedro Coelho na guitarra, Cascão no baixo e Jó na bateria. A primeira gravação oficial dos Mata-Ratos foi a demo-tape homónima, gravada em 1989. Foram vendidas 700 cópias dessa cassete. O seu albúm de estreia “Rock Radioactivo” é editado em Julho de 1990, atingiu o 5º lugar do top português e a vendeu mais de 6 mil cópias. Em 1990, Cascão e Jó saem e a banda fica vários meses parada. Entram Cenoura no baixo e Alberto na bateria. Em 1991, João Brr entra para o lugar de Cenoura. Em Dezembro de 1991 gravaram cinco temas (“Xu-Pa-Ki”, ”Expulsos do Bar”, ”Paralisia Cerebral”, ”Aníbal Caga Tudo” e ”Tira, Enrola e Come”) para apresentar à editora, contudo esta não aceitou os temas e banda rescindiu o contrato. Em 1993, Moles e Delfin entram para os lugares de Brr e de Alberto. “Expulsos do Bar”, EP em vinil com os temas gravados em Dezembro de 1991, é editado em 1994. Em 1995 foi editado o disco “Estás Aqui, Estás Ali”. Os Mata-Ratos, em conjunto com o grupo brasileiro Garotos Podres, fazem uma digressão pela Alemanha de forma a promover “Estás Aqui, Estás Ali”. As duas bandas lançam “Bebedeiras & Miúdas Tour 95”. Entretanto Vieira entra para o lugar de Delfin e Gordo Metralha substitui Moles. “Xu-Pa-Ki 82-97”, é uma edição limitada, comemorativa dos 15 anos de música da banda, editada em 1997. Também em 1997, os Mata-Ratos gravam o disco “Sente o Ódio”. É após a gravação deste disco que  Pedro Coelho decide sair do grupo. “Sente o Ódio” só seria então editado em 1999. No ano de 2000, o grupo grava “Por Um Punhado de Ratos”. Em 2002 iniciam uma tournée (Portugal, França, Espanha e Bélgica) com osThe Suspects. O álbum “És um Homem ou és um Rato” é editado em 2004 e é nesse ano que a banda participa no Festival Acção Directa, o primeiro festival de música punk dos Açores. 2005 é, por fim, o ano de edição de “Festa Tribal”, gravado ao vivo em Martingança (Leiria).

Quim Barreiros

Quim Barreiros nasceu no distrito de Viana do Castelo em 1947. Iniciou a sua aprendizagem de acordeão aos 8 anos e aos 9 já tocava bateria no conjunto musical do pai, o “Conjunto Alegria”. Foi o “Conjunto Alegria” e alguns grupos folclóricos da região que o educaram musicalmente até aos 20 anos. Em 1968, o artista começou o cumprimento do serviço militar para a Força Aérea Portuguesa e foi como músico militar que o cantor actuou em várias casas de fado e restaurantes típicos em Portugal. Ao conhecer o famoso guitarrista Jorge Fontes, Quim Barreiros fez várias gravações com o mesmo e editou assim o seu primeiro disco em 1971, “Folclore Minhoto”.

Os 27 álbuns de discografia não deixam dúvidas de que Quim Barreiros é o rei da música pimba em Portugal. Alguns dos álbuns da imensa discografia do artista contam com faixas instrumentais de acordeão. O albúm “Use Alcóol”, editado em Maio de 2007, tem no entanto uma particularidade – existe uma faixa em que Quim Barreiros canta para seu neto, deixando transparecer assim para o público um lado mais afectivo e sentimental, raramente visto no cantor.

Kumpania Algazarra

 

A banda teve início em 2004, com pequenas actuações até que as mesmas deram frutos em 2008, com o lançamento do albúm “Kumpania Algazarra”. A música de Kumpania Algazarra afirma-se como nómada, multi-linguística e universal. São influenciados pelas mais diversas sonoridades musicais: furor balcânico, deambulações árabes, calores latinos e requintes de “afro-beat”, explosões de “turbofolk” e “ska”. As letras do albúm “Kumpania Algazarra” convidam à reflexão sobre o estado desumano do mundo e incitam à libertação do indivíduo, rumo a si mesmo.

Os Kumpania Algazarra editaram posteriormente, em 2012, um novo disco que conta com a participação de Sam The Kid, entre outros artistas nacionais, «Kumpania Algazarra Remixed» – um disco de remisturas de temas da banda portuguesa. Conta com as participações de Stereossauro, Beat Laden, Meek, Kronic People, Infestus, Woman in Panic, Xoices, Nsekt, Inner G, Mushug e Beat Dictator; músicos que assinam um trabalho que vai desde o dub à música experimental, passando pelo hip-hop.

Boss AC

O artista iniciou a sua actividade musical em 1994, sendo que há 18 anos que nos surpreende com os seus singles que cada vez mais deixam um factor bem claro: Boss Ac não tem medo de arriscar com novas abordagens musicais para levar o hip-hop ao nível seguinte. Considerado o pai do Hip Hop Tuga, iniciou a sua carreira musical no final dos anos 80. Começou por ser o vocalista dos Cool Hipnoise, em seguida formou um grupo composto por AC e Q-Pid, e ao voltar ao registo individual fez várias participações especias em albúns de artistas como os Da Weasel e os Delfins. Ainda em 1994 foi produtor, autor e compositor de “Generate Power” e “A Verdade”, temas compilados em “Rapública”, é com “Rapública” que Boss Ac ganha a projecção que marca o arranque promissor da sua carreira. Em 1998 “Mandachuva” chega às lojas, seguido de “Rimar Contra a Maré” em 2002, albúm que popularizou muito Boss Ac com o tema “Baza Baza”. “Ritmo, Amor e Palavras”, lançado em 2005, chegou a Disco de Ouro e é também o albúm que conta com mais presenças de músicos portugueses, como Sam the Kid, Berg, Débora e Gutto, etc. “Hip Hop (Sou Eu e És Tu)”, single do albúm “Ritmo, Amor e Palavras”, chegou aos primeiros lugares dos tops da MTV Portugal, Cidade Fm e Antena 3. “AC Para os Amigos” é o título do mais recente álbum de Boss Ac, editado em Fevereiro, fica no ouvido com o single “Sexta-feira (Emprego Bom Já)”.

Natiruts‏

Formados em Brasília (Brasil) em 1996, os Natiruts estão em actividade há 16 anos. Com um registo musical acústico/reggae, a própria banda refere que não se trata de um reggae tipicamente jamaicano mas sim um reggae com fortes influências da música brasileira – “reggae roots brasileiro”. A banda teve vários integrantes ao longo dos 16 anos em actividade, na actualidade são Juninho (Bateria), Izabella Rocha (Voz), Alexandre Carlo (Voz e Guitarra), Bruno Dourado (Percussão e Voz), Luís Maurício (Baixo e Voz) e Kiko (Guitarra Solo) que continuam a espalhar pelo mundo fora a “bandeira” do espírito dos Natiruts – “Liberdade para dentro da cabeça”!

Deolinda‏

“O seu nome é Deolinda e tem idade suficiente para saber que a vida não é fácil como parece, solteira de amores, casada com desamores, natural de Lisboa, habita um rés-do-chão algures nos subúrbios da capital. Compõe as suas canções a olhar por entre as cortinas da janela, inspirada pelos discos de grafonola da avó e pela vida bizarra dos vizinhos. Vive com 2 gatos e um peixinho vermelho…”, fica assim explicado, pela própria banda, o nome “Deolinda” – banda portuguesa em actual e contínua ascensão. Inspirados pelo fado e pelas suas origens tradicionais, os Deolinda apresentam-se como um grupo musical de género acústico e folclórico.

No dia 9 de Junho Ana Bacalhau, Luís José Martins, José Pedro Leitão e Pedro da Silva Martins subirão ao palco da Queima das Fitas de Évora 2012 para nos brindarem com temas como “Um Contra o Outro”, “Fado Toninho”, “Movimento Perpétuo Associativo”, entre muitos outros!

TAFUÉ

A Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora marca também presença, como é claro, na Noite de Tunas da Queima das Fitas de Évora 2012!

É em 1997 que a TAFUÉ tem origem, nascendo da vontade imensa de uma aluna da U.E. em formar uma Tuna Feminina. Foram feitos alguns encontros nas escadas da Sé até ao dia 1 de Novembro de 1998, data da primeira actuação da TAFUÉ e o dia da nossa Universidade. Desde esse dia que fazem inúmeras actuações pelo país inteiro sempre demonstrando a alegria de pertencer à Tuna, o verdadeiro espírito académico, e levando sempre com o maior respeito o símbolo da Academia da Universidade de Évora. A TAFUÉ orgulha-se ainda de todos os anos serem a grande tuna que organiza o Festival de Tunas Femininas da Universidade de Évora “ De Capa e Saia”.

TESESJD

A Tuna da Escola Superior de Enfermagem São João de Deus teve início no ano de 2004, ano em que alguns alunos de 1º e 4º ano do curso de licenciatura em enfermagem resolveram que a Escola Superior de Enfermagem São João de Deus (ESESJD) tinha necessidade de aumentar os seus níveis de cultura musical. Assim sendo, resolveram que a única forma de um grupo de alunos homenagear e carregar consigo o nome da sua escola seria a formação de uma tuna. E como tal, embutidos do verdadeiro espírito académico eborense, surgiu a ESESJDTuna. Nos primeiro tempos eram poucos os elementos que a compunham, houveram muitos obstáculos, vitórias e derrotas. Em 2008 após reformulações internas, ressurgiu com um novo nome TESESJD (Tuna da Escola Superior de Enfermagem São João de Deus). A partir daí, o trabalho de originais produzido deu frutos e a TESESJD tornou-se uma tuna incomparável.

Tuna Académica da Universidade de Évora

 


A TAUE é, desde sempre, tuna da casa presente na Noite de Tunas da Queima das Fitas de Évora!

É a mais velha Tuna Universitária a sul do Tejo, sendo que remonta ao ano de 1989, data na qual um grupo de amigos dava os primeiros passos para dar origem ao que é hoje a Tuna Académica da Universidade de Évora. Em 1990 os tunantes combinaram entre si que no dia 30 de Maio desse mesmo ano entrariam de rompante nos claustros da Universidade de Évora, realizando logo ali a sua primeira apresentação pública – nascia oficialmente nesse dia a TAUE. Já com inúmeras actuações, a TAUE tornou-se um dos principais meios de divulgação do bom nome da Universidade de Évora e do verdadeiro Espírito Académico dos estudantes desta. Sem nunca perderem a força tunante e académica, propõe-se a continuar por muitos e bons anos a fazer aquilo que tem feito até agora, representar a Magnífica Universidade de Évora e honrar aquilo a que Cervantes chamou as duas mais preciosas criações de Deus, o Vinho e as Mulheres.